Um bom filho a casa retorna

Noiiiteeee!

Depois de um tempão sem dar as caras por aqui,  peço um minuto da sua atenção para compartilhar o projeto experimental do curso de Publicidade e Propaganda – 7ª fase, da Unochapecó, situada no Velho Oeste chapecoense. Recém saído do forno, ele pretende abordar uma série de coisas legais. Então, lhes apresento a Tia Marllene, espero que gostem dela 😀 .

Taaaarde meus queridos! Hoje é um dia pra lá de especial, dia de comemoração, que agorinha mesmo acontece a estréia desse meu Blog e das minhas demais redes sociais, que é por onde vamos prosear. Vocês devem estar se perguntando “mas que raios é essa tal Tia Marllene?” Me atraco a explicar: fui criada pela […]

via Tia Marllene se Apresenta | Pra Cair de Cara na Folia — Tia Marllene

Mais um inverno de vida | 23 pra ser exato

 

23h00, 25 de junho de 1993.

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Sua relação com o inverno não é de hoje, vem desde 1993.

Quando nasceu naquela noite fria de 25, no mês do “Santo Festeiro”.

Não que acredite em deuses de pau e pedra, porém, necessário a sua poética.

Provinda do útero de uma grande Amazona

És filha legítima do Oeste, mas bastarda do Sul riograndense.

Tem gente que é nascida da tormenta, entretanto, ela é da calmaria.

Desde pequena é criadora de sonhos e criaturas mágicas, seja em rabiscos de guardanapos ou escondidos em meio a parágrafos.

Desbravadora de universos multilaterais, de telas e subtextos.

Fã de histórias de super-heróis e guerreiros nórdicos.

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Neste ano bissexto completou 23 invernos,

entre erros e acertos.

E em mais esse ano que se passa, apenas tem a dizer

quão grata é a vida e a Deus pelo berço em que nasceu,

sem posses e dotes, mas recebida por dois sorrisos e um ambiente acolhedor.

O inverno chegou e com ele 23 auroras de vida.

E a única prece que tem a fazer é

que Deus lhe dê sempre sabedoria para não cair em tentação,

para agradecer sempre ao irmão e as conquistas adquiridas.

Nunca desistir dos seus sonhos, permitir-se ao desconhecido,

voar alto e pra longe sem esquecer de suas origens e

sua essência.

 


Dani Rodrigues

 

 

 

 

 

 

 

22 Filmes para ver e nunca mais falar que cinema nacional não presta.

Ótimas indicações de filmes nacionais, nessas férias da faculdade já sei como vou gastar o meu tempo 😀 .

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Sobre fotografia, histórias e afins

Quantas vezes você já escutou alguém falando “cinema nacional não presta”. Eu sempre escuto, e na maioria das vezes quem fala não conhece um terço dos filmes que são bons.

Tendo em vista isso, resolvi quebrar o tabu de que o Brasil não sabe fazer cinema e apresentar alguns filmes ótimos – que nem todo mundo conhece. Isso não significa que estou desmerecendo, excluindo, menosprezando os conhecidos. Sei muito bem que “Cidade de Deus”, “Central do Brasil”, “Carandiru”, “O Auto da Compadecida”, “Meu nome não é Johnny”, “2 Coelhos”, “Meu tio matou um cara”, “Hoje eu quero voltar sozinho” e “Tropa de Elite” são super consagrados, merecidamente. Sei também que muitos outros filmes nacionais foram aclamados no decorrer das décadas.

Mas isso não vem ao caso, o interessante mesmo é apresentar a variedade de gêneros e a qualidade absurda das produções que citarei. Confira uma lista de filmes brasileiros para todos…

Ver o post original 2.361 mais palavras

A garota do All Star vermelho

 

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Hoje ela acordou bem cedo, mas cedo até que seu despertador. Colocou sua echarpe rosa, sua touca cinza à francesa, seu jeans desbotado, o moletom da faculdade e seu All Star vermelho. Pensativa, não queria mais um dia normal de vida. Esta manhã parecia diferente, estava cheia de energia, queria sair pelas ruas imitando a cena clássica de “Singing in the Rain”. Flertar com o vizinho do 302 que sempre segurava o elevador. Ir até a padaria da esquina comer pão com goiabada, misturar doce com salgado, trocar o cappuccino pelo chocolate quente. Retribuir o sorriso do desconhecido da  xícara de café expresso. Mudar a decoração do quarto ao som de uma boa música velha. Assoviar feito passarinho, arriscar um Do Ré Mi. Soltar os cabelos e passar um batom vermelho. Não ir ao trabalho, abrir mão das tecnologias, pedalar por entre as colinas, sentir o vento bagunçar os seus cabelos. Fazer o que lhe desse na telha, ao menos hoje queria libertar seu espírito aventureiro, desbravar terras distantes. Pular amarelinha, brincar de pique-esconde, voltar a ser aquela garotinha que fingia que a toalha era sua capa de super-heroína, que carregava apenas sonhos e um pacote de gominhas em uma maleta velha e achava que podia dominar o mundo.

Esta manhã ela estava mesmo diferente. Estava menos preocupada com o futuro e mais preocupada em aproveitar o presente.

Som do silêncio

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Se você pensou na canção de Simon & Garfunkel,

você está certo.

Se você pensou em uma figura de linguagem,

você está certo.

Se você pensou em uma cena de filme de terror,

certo está.

Se você pensou em um momento,

você está certo.

Se você pensou em experiências,

está certíssimo.

Se seguiu o ritmo, ouviu os poros se abrindo a cada nota do silêncio,

você está certo.

Se pensou no seu almoço, você está certo.

Se em coisas esdrúxulas, chegou a pensar, você está certo.

O pensar é um som silencioso.

Permita-me apenas dizer que está errado, quem esquece de pensar.

Pensando bem, conteste-me. Está certo.

Pois quem sou para dizer a ti que deves ou não pensar?

Em tudo, em nada.

Pense e “responda-se”.